«Ao contrário do que foi o projeto deixado finalizado pela câmara municipal anterior, em 2009, que previa que os gaienses tivessem de se deslocar a Campanhã para apanhar o TGV ou, em alternativa, deslocarem-se a Aveiro, o projeto de TGV que vai ser lançado inclui uma estação intermodal em Santo Ovídio».
Eduardo Vítor Rodrigues defendeu que para o município esta infraestrutura era «absolutamente decisiva», tendo trabalhado com a IP no sentido de os convencer dessa importância.
No projeto inicial, a partida do TGV era feita de Campanhã, sendo que a primeira paragem era Aveiro. «Aquilo que me competiu, foi durante este tempo, provar que fazia todo sentido, uma dupla paragem neste contexto. A travessia não é paralela ao mar, é uma linha totalmente nova, mas é uma linha que desvia o TGV da orla marítima onde ele neste momento circula, em Espinho e Gaia, para o interior do concelho», esclareceu.
E acrescentou: «para nós era absolutamente decisivo ter uma estação em Gaia, ninguém compreenderia que o município mais populoso da área metropolitana tivesse de se deslocar para Campanhã ou para Aveiro», reiterou.